Deputada Tereza Cristina vai ao Ministério da Agricultura e reforça importância do controle de sanidade animal para MS

A deputada federal Tereza Cristina se reuniu nesta terça-feira (3) em Brasília, com o Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa), Décio Coutinho, para reforçar a importância da regulação da defesa sanitária agropecuária em Mato Grosso do Sul.

 

Os assuntos abordados durante o encontro no MAPA são resultado de uma conversa da deputada com o governador Reinaldo Azambuja durante o início de seu mandato sobre a vigilância na área de sanidade animal e vegetal no Estado. “Fizemos uma explanação de alguns assuntos discutidos com o Reinaldo sobre a sanidade na fronteira, já tentando buscar recursos que serão necessários para o controle da sanidade animal no Estado. Mesmo sem termos ainda um orçamento definido para este ano de 2015 é importante que o Ministério da Agricultura saiba que é fundamental mantermos Mato Grosso do Sul como uma área livre de aftosa, tanto quanto ter este status em âmbito nacional”, explicou a deputada Federal Tereza Cristina.

 

Para auxiliar nas principais questões e ações que serão desenvolvidas para melhoraria e efetividade da regulação da defesa sanitária animal e vegetal em Mato Grosso do Sul a deputada Tereza Cristina colocou toda a sua experiência, adquirida no setor do agronegócio durante anos, à disposição do governo federal e estadual.

 

Acompanhada do ex-deputado Edson Giroto, Tereza Cristina lembrou as principais ações que podem ser desenvolvidas no Estado para controlar a sanidade do rebanho, instituindo programa de duração continuada de vigilância sanitária. “Esta área precisa ter enfoque especial com a adoção de tecnologia de ponta para o rastreamento por satélite dos rebanhos de gado bovino de Mato Grosso do Sul”, ressaltou.

 

Tereza solicitou que o MAPA adote providências para que haja maior integração entre Ministério e Exército Brasileiro na defesa das regiões de fronteiras. “É preciso um controle rigoroso nas fronteiras internacionais. Por elas acabam ocorrendo evasão de divisas econômicas e circulando animais que podem de alguma forma migrar para o Brasil e trazer doenças, contaminando assim nosso rebanho”, finalizou a deputada ao término da reunião no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.