Fim da febre aftosa aumentou a exportação da carne sul-mato-grossense

A candidata a deputada federal e ex-secretária de Estado do Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur), Tereza Cristina, iniciou sua gestão com uma herança negativa na área da pecuária e que precisaria de medidas urgentes. O gado sul-mato-grossense estava com uma epidemia de febre aftosa e a restrição para exportação da carne atingia mais de 30 países, entre eles os maiores importadores do mundo.

Quando assumiu a Secretaria, o combate a febre aftosa estava caminhando de maneira pouco efetiva. Focos da doença eram identificados em diversas regiões e o gado era sacrificado as centenas. No total foram 33 mil animais mortos e um prejuízo para o estado de mais de R$ 120 milhões.

“Foi preciso criar um plano de contingência contra a febre aftosa para unificarmos as ações e começar a acabar com esse mal. Com isso, conseguimos, em pouco, descobrir todos os focos e eliminar de vez essa doença. Depois disso, conversamos com pecuaristas e mantivemos a vacinação anual. Hoje o Mato Grosso do Sul é considerado pela OIE como estado livre da doença”, explica Tereza.

Após acabar com todos os focos, uma equipe da União Europeia foi convidada para verificar a qualidade da carne para exportação. Os técnicos avaliaram positivamente e o Mato Grosso do Sul voltou a ter um comércio com diversos países.

Atualmente, mais de 100 países importam a carne brasileira gerando mais de R$ 6 bilhões. Em 2014, a vacinação contra a febre aftosa atingiu mais de 19 milhões de cabeças em todo o estado. No Brasil, 99% do rebanho e 78% do território nacional estão livres da doença e a previsão é de que até 2015, o país consiga um certificado da OIE com 100% de conquista no combate a essa enfermidade.

“Vamos continuar dando condições para que o pecuarista possa investir cada vez mais em seu rebanho e ampliar as áreas de pastos e o número de cabeças em nosso Estado. Com a industrialização, empresas frigoríficas abriram suas portas e investiram no abate de animais. Isso fortalece o criador, as pesquisas para melhorias e os investimentos na área. Temos condições e vamos trabalhar para os sul-mato-grossenses”, destaca Teraza.